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5º Encontro do Programa Inclusão de Pessoas com Deficiência no Mercado

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5º Encontro do Programa Inclusão de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho ressaltou o valor do processo de reabilitação para a inclusão Por ALEXANDRE PECONICK Reabilitar é uma questão de extrema complexidade que exige muito cuidado, respeito; mas, se levada com critério, pode ser de fato decisiva para incluir um número maior de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Profissionais de RH assistem à palestra da Dra. Valeria Marques, especialista em Reabilitação Por Alexandre Peconick (texto e fotos) Como deixou claro a pesquisadora e fisioterapeuta Valéria Marques, da Associação Fluminense de Reabilitação (AFR), durante o 5º Encontro do Programa de Inclusão de PcDs da ABRH-RJ, a reabilitação não é apenas física, mas também neurológica e mental. Segundo ela, para perda de membros superiores ou inferiores, por exemplo, a média é que a pessoa reabilitada possa assumir alguma posição profissional apenas um ano e seis meses após a ocorrência do fato. “A readaptação emocional e cerebral a respeito de uma perda requer tempo”, esclareceu. O evento realizado na última terça-feira, dia 20 de agosto reuniu profissionais de Recursos Humanos que já realizam trabalhos com PcDs e aqueles que buscam mais informações para realizar o trabalho de inclusão. Mais uma vez, José Pinto Monteiro, Diretor de Responsabilidade Social da ABRH-RJ reforçou que o trabalho da entidade neste segmento “não pode ser de caráter compensatório e que há grandes questões na sociedade que precisam ser debatidas com mais seriedade”. “Nós temos uma visão, mas ela não se aplica se não houver consenso”, acentuou Monteiro ao chamar a atenção para o fato de que as empresas ainda se defendem e fogem da solução ao usar o argumento de que não encontram PcDs capacitados. A Dra. Valéria Marques, da Associação Fluminense de Reabilitação Uma das respostas a estas empresas foi dada pela palestra da Dra. Valéria Marques, da AFR. A Associação, segundo ela descreveu faz muito mais do que fornecer próteses e órteses gratuitamente às pessoas que necessitam — embora este já seja um grande diferencial. A AFR também tem como foco o de formar profissionais prontos para o mercado de reabilitação que inclua a reeducação de incapacidades, o desenvolvimento de potencialidades, entre muitas outras ações. Família: uma importante parceira “Trabalhamos para que a pessoas se reconheça naquela profissão por isto mesmo o nosso trabalho é realizado conjuntamente com a família do reabilitando”, contou a Dra. Valéria. Psicopedagogos, por exemplo, são fundamentais para facilitara aprendizagem e a aceitação de uma nova situação. A equipe, na verdade, é multidisciplinar: enfermeiros, assistentes sociais, fisioterapeutas, fisiatras etc. Todos eles, segundo a Dra., trabalham de forma a conjugar os diversos saberes em prol de uma pessoa. “Recebemos o paciente, todos esses profissionais, em conjunto; para que possamos acolhê-lo, escutá-lo e identificarmos, todos juntos, quais são as necessidades daquela pessoas”, informou a Dra. Pode parecer inquisitório, mas ao mesmo tempo, de acordo com ela, poupa o paciente de contar a mesma história diversas vezes e vários profissionais de saúde. Embora realize um trabalho de reabilitação integral, a Dra. Valéria Marques ressaltou que as equipes da AFR não tem ainda a capacitação de deixar os PcDs totalmente prontos a assumir vagas no mercado de trabalho. “O que fazemos, e há um grupo de profissionais na AFR para isto, é trabalhar a ressocialização do paciente; acreditamos que este aspecto deve vir antes de seu reingresso no mercado de trabalho”, avaliou. Visão mais ampla Jussara Xavier, do Grupo Executivo de Inclusão de PcDs No debate com os participantes foi levantada a questão de antes do perfil de uma vaga, pensarmos, enquanto RHs nas capacidades que esta pessoas com deficiência tem para contribuir. Patrícia Pacheco, também Diretora de Responsabilidade Social da ABRH-RJ, destacou que a visão médica está aos poucos sendo substituída por uma visão mais ampla em relação ao trabalho de reabilitação. Foi colocado por uma das participantes que o próprio INSS mudou e passou a ver os benefícios em relação a uma classificação internacional que leva em conta o diagnóstico, a condição social, o meio em que a pessoa vive e o seu nível cultural. Não é possível mais um profissional trabalhar apenas tendo como base um diagnóstico médico. Para Jussara Xavier, uma das integrantes do Grupo Executivo de Inclusão de PcDs da ABRH-RJ deve-se refletir sobre a diferença entre “orientar” e “capacitar”. “A questão é que, em geral, somos nós que não aceitamos essas pessoas e, por isto, nós é que precisamos nos reabilitar”, alertou. Ela conclamou os RHs a encarar os PcDs com “novos olhos. O próximo Encontro do Grupo Executivo de Inclusão com PcDs será no dia 17 de setembro. Na ocasião serão divulgados os resultados de um pesquisa extensa que está mapeando a realidades dos profissionais com deficiência nas empresas. “Estamos disparando a pesquisa para cerca de duas mil empresas no Estado do Rio de Janeiro”, revelou Patricia Pacheco. Links: Notícias Relacionadas: Indique essa notícia Comente essa notícia Veja os comentários dessa notícia.

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